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Por que viramos as costas à nossa própria história?

Reflexões de uma Ifigênia brasileira

Somos associados a uma imagem de cordialidade e a ideia de que somos um povo pacífico que praticamente nunca entrou em guerras, livre de conflitos e horrores que marcaram outros lugares do mundo.

Por que será que somos mais preocupados com as guerras, conflitos e situações de extermínio que ocorrem em outros lugares e viramos as costas para nossa própria história e realidade? Nossa própria história, também cheia conflitos e revoltas, incluindo o terrível massacre quase completo de um povo, a Guerra do Paraguai? E o processo tenebroso que foi a escravização de povos indígenas e africanos no qual o Brasil também foi protagonista? Por que viramos as costas para esse passado?

Parece que somos apenas preocupados com a violência de nosso dia a dia, a violência estampada nos jornais e tão comentada pela mídia. Um presente de violência que não conseguimos associar como consequência de erros em nossa formação como povo.

Talvez por isso essa violência se reproduz e se multiplica sem que medidas surtam efeitos.

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